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Archive for the ‘Viagem Ásia’ Category

Terceira parada da viagem ao Sudeste Asiático: Luang Prapang, no Laos (ver roteiro)

Luang Prapang foi a maior e melhor surpresa da viagem.  Esse lugar é mágico. E as pessoas são as mais meigas que já conheci. Todos nos recebem com o típico “sawasdee” e agradecem com “Kop tchai lailai”, tudo dito de uma forma extremamente carinhosa.

A chegada no país já demonstra como é o lugar, o aeroporto é pequeníssimo e parece uma casa. O avião que chega é o mesmo que saí levando as pessoas.

A cidade, que é patrimônio mundial da Unesco, é um charme, cheia de restaurantes, artesanatos locais, pousadas e templos. Bem arborizada e florida. Como é pequena, tudo pode ser feito a pé ou de bicicleta.

Em praticamente todos os templos moram monges, e por isso é comum encontrarmos eles caminhando pelas ruas, além de podermos conhecer melhor o cotidiano deles. Nas visitas aos templos a gente viu não só eles rezando, como também jogando futebol, cantando, tocando violão…

Paramos no The Chang Heritage Hotel. Simples, mas bom e bem localizado, na frente de um rio, com uma vista linda. Tomávamos café da manha nas mesinhas que ficavam do outro lado da rua em frente ao rio, super gostoso.

A cidade possui milhares de templos e vale a pena visitá-los, são lindos e cheios de histórias.

O templo  Xieng Thong é considerado um dos mais belos. Na Capela Funerária Real há uma charrete funerária de 12 metros e várias urnas funéreas, de cada membro da família Real. O painel esculpido no exterior da capela possui um tema semi-erótico do Ramayana.

Outro templo que gostei muito foi o Vat Phousi, que fica no alto de uma montanha e possui uma vista linda da cidade. Esse templo possui coisas incríveis, como uma escadaria enorme com um corrimão de serpente dourada e uma pegada gigante que dizem ser do Buda. Lá também conhecemos vários tipos de Budas. Cada posição em que o Buda está significa uma coisa, como pensando, meditando, “pare de lutar”, e até dias da semana…  Aproveitamos para assistir ao por-do-sol lá.

Passear pela feira de rua também é um programa imperdível. Lá dá de tudo, galinhas, rãs, peixes e minhocas são vendidos vivos; morcegos para a sopa (sim, é isso mesmo!); os mais variados tipos de noodles e arroz; e, ainda, há comidas sendo feitas e vendidas na hora, embaladas em folhas de bananeira.

Nosso guia, como não poderia ser diferente, era a coisa mais querida. Ele nos levou para fazer alguns passeios um pouco fora da rota turística. Aí pudemos perceber que, fora Luang Prapang, o país apesar de lindo é bem pobre. Na verdade até mesmo em Luang Prapang, saindo das ruas principais, a gente percebe a precariedade da situação. As casas das pessoas são extremamente simples. E eu fiquei impressionada que em nenhuma há mesa, eles fazem as refeições sentados no chão.

Passeamos de barco pelo Mekong River, que corta a cidade. Durante o passeio fomos até uma pequena caverna (Pak Ou) que dentro possui a maior quantidade de estátuas de budas reunidos, de todos os tamanhos, cores e materiais.

Depois fomos até uma ilha onde há produção de ‘cachaça’ feita com arroz e uma vila com produção manual de roupas de algodão, tudo bem rústico e precário.

 

Pedimos para o guia nos levar num vilarejo local fora da rota turística e visitamos um colégio. Foi muito legal. As crianças são muito fofas e todos nos receberam de forma muito carinhosa. Inclusive os professores nos deram o livro de honra do colégio para deixarmos um recado. Escrevemos que somente o conhecimento é capaz de transformar o mundo!

Fizemos também um passeio inesquecível ao parque onde fica a cascata Khuang Xi Waterfalls. Com palavras não consigo explicar a maravilha daquela natureza. Nunca tinha visto uma queda d’água azul turquesa. Só não entrei, porque estava sem biquíni, pois mesmo com o friozinho que estava teria mergulhado, como muita gente fazia.

Outra coisa que vale muito a pena fazer é andar de elefante. Ao contrário da Tailândia, em que fomos num lugar totalmente turístico e as pessoas davam uma mini voltinha de elefante, aqui nos levam para o meio da selva e andamos um bom tempo de elefante, inclusive, nos mesmo podemos dar uma “dirigida” neles e entramos com eles até no Rio. E ao final ainda podemos alimentar os elefantes com bananas. Foi demais!

Não deixe de um dia acordar às 6:00 da manhã para assistir à cerimônia de oferta de comida aos monges . Foi sem dúvida um dos momentos mais marcantes da viagem! Todo dia, a essa hora, milhares de monges de todos os locais vão à avenida principal, em fila, e recolhem os alimentados doados pelas pessoas (eles vivem dessa comida). Várias pessoas ficam na calçada doando comida. Tudo simples e num silêncio total. Ficamos muito tempo olhando e a fila de monges não acabava.

À noite, todos os dias, na rua principal, tem uma enorme feira com produtos locais.

Por fim, deixo aqui a dica de lugares muito legais que descobrimos:

– A loja Caruso Lao Home Craft. Fica na rua principal. É uma loja de decoração, super diferenciada. Tudo lá é lindo! Mas o preço é bem salgado também. A propósito, o Mick Jaegger quando vai ao Laos sempre compra aqui.

– O restaurante que fica dentro do hotel Amantaka. O lugar é lindo e a comida (internacional) é muito gostosa. Na verdade, o próprio hotel é uma baita dica, da rede de resorts Aman (www.amanresorts.com). O conceito desta rede de hotéis é fazer com que o hóspede se sinta na casa de amigos, não há nenhuma propaganda, nenhum logo e o tratamento é super exclusivo, assim como o preço.

– Restaurante L’Elephant: restaurante francês com uma decoração bem bacana.

Tentei postar um vídeo que fizemos para demonstrar um pouco do que vivenciamos  que, sem nenhuma dúvida, foi um dos lugares mais incríveis que eu já visitei, mas infelizmente o youtube bloqueou o som e ficou muito sem graça, por isso resolvi tirar.

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Vietnam

O Vietnam foi a segunda parada de nossa viagem ao Sudeste Asiático (ver roteiro).

A saída da Tailândia para o Vietnam foi o momento que me marcou pela real diferença dos povos. No avião éramos os únicos não-asiáticos. E eles durante o vôo falando e jogando cartas sem parar.

Ao chegar me deparo com um trânsito que nunca imaginei ser possível existir, milhares de motos (mais ou menos umas 50 motos pra cada carro) buzinando e andando em todos os sentidos. O mais incrível, é que o trânsito funciona.

O povo é simples e uma simpatia, mas atrás dos constantes sorrisos as marcas da guerra são evidentes. Tudo é muito recente, diversas pessoas com quem conversamos tiveram parentes perdidos na guerra. Apesar disso, os vietnamitas se orgulham do seu país e chamam o que conhecemos por “Guerra do Vietnam” de “American War”.

Ao contrário dos demais países que conhecemos, o Vietnam possui diversas religiões igualmente presentes. E o alfabeto é o mesmo que o nosso (embora não dê para entender nada), o que também difere dos outros países.

Ho Chi Minh, que foi Presidente do Vietnan, é cultuado por eles. Ele foi um cara simples que lutou muito pelo povo. É o Che Guevara de lá!

Lugar de trânsito caótico e de uma incrível beleza natural.

Começamos pelo sul, em Ho Chi Minh, antiga Saigon.

A primeira coisa que aprendemos ao chegar foi como atravessar a rua em meio àquele trânsito horrível, sem sinais para pedestres: Comece a atravessar, não corra nem pare, e tudo vai dar certo! E o pior é que dá!

Certas coisas é melhor fazer com guias, pois nem todos lá sabem falar inglês e a comunicação se torna bem complicada. Tivemos a sorte de pegar uma pessoa querida e inteligente, que fala um bom inglês (o que é difícil por lá). Ela nos contou muito sobre a história do Vietnam e nos levou a diversos lugares. 

Ficamos no Caravelle Hotel, bom e bem central.

Colonizada pelos franceses a cidade tem prédios com arquitetura muito bonita, como o dos correios e o Palácio Presidencial.

É importante conhecer o Museu da Guerra para saber um pouco mais sobre o outro lado da história da guerra. As fotos expostas mostram os horrores vividos pelos vietnamitas, desde mutilações até os efeitos dos agentes tóxicos nas pessoas. Nem tenho coragem de postar essas fotos aqui.

Caminhar pela cidade também é um passeio e tanto. Conhecer os mercados que tem por toda cidade, as pagodas, e observar o cotidiano tão diferente das pessoas, como o hábito de comer pela rua.

Um passeio imperdível é pelo Mekong Delta. Em um pequeno barquinho fizemos um belo passeio pelo rio e conhecemos parte das ilhas. Fomos a uma produção de balas de coco, e um local onde se produz mel e depois paramos para almoçar por lá.

  

Na verdade só há um local para almoçar e com o cardápio pré-estabelecido. Confesso que não me agradou muito, rolinhos de arroz com peixe orelha-de-elefante e mais algumas coisas esquisitas. Tomamos bastante cerveja (a famosa 333)para digerir.

Na cidade comemos em um restaurante bem gostoso, Hoi An (coincidentemente, o nome da próxima cidade que iríamos). Pratos típicos, mas bem gostosos. Dos pratos que pedimos amei o arroz na flor de lótus (não sei se mais por bonito ou gostoso)!

Antes de ir para o aeroporto fomos conhecer os túneis de Cu Chi. Simplesmente o lugar é impressionante!

É um local onde os vitnamitas, na época da guerra, fizeram praticamente uma pequena cidade toda subterrânea. Os túneis são estreitíssimos e possuem vários níveis debaixo do solo. Viviam ali durante meses, havia quartos, cozinha, banheiros, escritórios. E tudo estrategicamente planejado. Por exemplo, para não deixar vestígios do momento em que estariam cozinhando, existiam diversas saídas por onde saia fumaça para enganar o inimigo. Ainda, os túneis sempre que possível tocavam as margens de um rio e então criavam uma espécie de caverna subterrânea com um rio dentro para gerar ventilação no local. A idéia é tão genial que diversos engenheiros foram visitar os túneis.

Bom, eu que sou pequena e magra quase morri sufocada andando alguns metros por um dos túneis que está aberto a visitação. Fiquei imaginando muito como foi viver ali durante tanto tempo… É incrível o que o instinto de sobrevivência pode gerar!

  

Além disso, diversas armadilhas eram colocadas no meio do caminho na superfície. Várias delas estão expostas para o visitante conhecer. São geniais também!

Como os americanos, com seu porte, não conseguiam entrar nos túneis, acabavam bombardeando tudo. Vimos uma cratera imensa feita por uma bomba.

E para deixar ainda mais real o passeio escutávamos toda hora barulho de tiros. Eles têm alguns fuzis do tempo da guerra e vendem balas para quem quiser  atirar em uns barrancos.

Os soldados de Cu Chi foram um dos os principais responsáveis na derrota do exército americano.

Depois disso voamos para Danang e de lá fomos para Hoi An, que fica no centro do Vietnam.

Sobre Hoi An não tenho muito que contar, ficamos apenas um dia e eu passei mal quase o dia todo. Esbaldando-me nas comidas exóticas, uma hora isso ia acontecer…

Mas o pouco que conheci já deu pra ver que a cidade é uma graça, tem um centrinho histórico com lojinhas, restaurantes e feiras.

Inclusive, tenho uma ótima dica, do restaurante que jantamos, o Brother’s Caffé. Embora eu só tenha comido bananas, o prato do João estava parecendo maravilhoso. E o lugar é bem legal, na beira de um rio, super arborizado e com mesinhas na rua.

Nossa última cidade foi ao norte, a capital Hanói.

É inacreditável, mas o trânsito de Hanói consegue ser pior que o de Ho Chi Minh! Mas isso não estraga em nada a cidade que tem várias coisas interessantes pra se conhecer. Ao contrário, depois que aprendemos a atravessar a rua tava tranqüilo, até nos arriscamos a andar nos tuc-tucs levados por bicicletas.

Ficamos no Sofitel, excelente e muito bem localizado. O quarto tinha uma vista linda da cidade. E para quem tinha acabado de passar por uma infecção intestinal, esse hotel veio muito a calhar, com comidas ocidentais. O café da manhã era muito bom. 

Aqui, a temperatura caiu bastante. A primeira coisa que fizemos foi comprar um bom casaco, pois só tínhamos roupas de verão.

O palácio Presidencial é muito bonito, e lá podemos conhecer um pouco melhor sobre a vida do famoso ex-Presidente Ho Chi Minh. Como falei antes, ele era uma pessoa simples, então, ao invés de morar no palácio construiu ao lado uma pequena (mas muito legal) casa de madeira, que foi sua última residência. Ele tinha carros oficiais e de passeios incríveis (todos expostos), mas preferia visitar as pessoas de bicicleta.

E, para finalizar o conhecimento sobre Ho Chi Minh, é imperdível a visita ao seu mausoléu. Todos em fila, no maior silêncio, observados por guardas caminham em volta do seu corpo, intacto! Fiquei impressionada!

Outro lugar que gostei muito foi o templo da literatura. Ali  podemos conhecer um pouco sobre a religião confucionista. Confúcio foi um grande mestre, e esse templo foi a primeira universidade do Vietnam. Inicialmente apenas os familiares do rei poderiam estudar, mas um dos seguidores de confúcio conseguiu abrir as portas da escola para o povo.

No templo há estátuas gigantes de confúcio e seus principais seguidores, vários desenhos sobre as aulas que eram dadas e, ainda, esculturas gigantes de tartarugas com os nomes dos melhores alunos.

Há, ainda, a Pagoda de um Pilar  (One-Pillar Pagoda), o Ngoc Temple (fica numa pequena ilha), o antigo presídio, o Old Quarter (centro histórico)… Enfim, tem muita coisa para se conhecer nessa cidade.

E tenho a dica de um restaurante bem bom que fomos: Vine Wine Boutique Bar e Café!

Mas o ápice do Vietnam foi Halong Bay!

A mais ou menos 1 hora de Hanói fica o local onde pegamos o barco para o passeio. E essa pequena viagem de carro já foi super interessante para conhecermos melhor o povo. Percebemos que ao lado de várias casas tinham túmulos, e descobrimos que lá eles enterram as pessoas assim para ficarem próximas da família. As milhares de lavouras de arroz pelo caminho e os trabalhadores com aqueles chapéus típicos, são uma beleza a parte.

Passamos 2 dias e uma noite no passeio por Halong Bay. Nosso barco era o Paradise Cruise. Indico muito esse barco, são poucas pessoas, as cabines são boas e os funcionários super atenciosos.

Halong Bay, com todas suas história e lendas me fez sentir uma mistura de encantamento com um certo receio. No mar da china, no meio de centenas de montanhas enormes, parece mesmo que estamos num labirinto. O lugar é incrível (isso que pegamos dias nublados)!

Durante o passeio conhecemos uma vila flutuante de pescadores. Impressionante, tem tudo, casa, escola, comércio… Conhecemos também a caverna das surpresas, enorme e muito bonita! E o engraçado era que a funcionária do barco que nos guiava em todas as formas rochosas ela via budas e elefantes.

Além disso, o barco tinha algumas atividades. Tivemos uma aula de culinária vietnamita, aprendi a fazer um bolinho, que até ficou gostoso. E também praticamos tai chi chuan.

Foi uma experiência inesquecível!

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Bangkok (Tailândia) foi a primeira parada da nossa viagem ao Sudeste Asiático.

A Tailândia foi o único país do sudeste asiático que nunca foi colonizado, provavelmente por isso seja o mais desenvolvido de todos. O regime é monarca e a presença do rei é marcante, em todo lugar da cidade tem fotos enormes do rei e da rainha espalhadas. A língua deles é bem complicada, e o alfabeto é impossível! Mas grande parte fala inglês (não muito entendível).

A primeira coisa que tem que saber é a maneira de cumprimentar: com as mãos juntas em frente a cabeça e falar “sawasdee”. Adorei! Esse gesto torna todo mundo muito querido!

Bom, Bangkok é uma cidade grande, muita gente, muito trânsito. E um mega aeroporto super moderno.

E falando em trânsito, lá tem os famosos tuc-tuc. É divertido andar neles, mas os motoristas correm bastante. É muito barato andar de tuc-tuc, o problema é que toda a vez antes de andar tem que rolar uma negociação de preços. Na verdade, o sudeste asiático inteiro é assim, antes de comprar qualquer coisa tem que negociar, pois o valor cai muito. O João, como bom administrador, curtia essa função de negociar preços (geralmente ele conseguia pagar 15% do valor inicial). Mas pra mim aquilo cansava um pouco. Quando descobri que os taxis também são baratos passei a só pega-los (detalhe, os taxis são rosa choque!). Há também o Skytrain (metrô), mas abrange uma pequena parte da cidade. Andamos só uma vez.

A maior parte de Bangkok é pobre, com camelôs e comidas de rua. Mas há um lado da cidade com bons hotéis, shoppings e restaurantes.

Caminhar pela cidade é uma experiência olfativa e tanto, o cheiro da comida tailandesa, que é muito forte, está por todo lugar, além do cheiro de incenso.

Confesso que a comida tailandesa não me agradou muito, mas tratando-se de uma cidade grande há várias opções de comida. Alguns restaurantes que fomos eram ótimos. E a cerveja deles, Singha, é bem gostosa.

Ficamos no Hotel Dusit Thani (946 Rama IV Road). É um hotel super tradicional de lá. Durante a nossa estada pegamos vários eventos, festa da família real, chegada de ministros… O hotel é ótimo, o pessoal super atencioso.

E o hotel possui, ainda, um SPA maravilhoso! Não sou de frenquentar muito os spas de hotéis, mas na Tailândia não podia deixar de experimentar a famosa massagem tailandesa. Fiz massagem tailandesa e massagem relaxante, maravilhosas!

A propósito massagem é algo que tem em toda esquina em Bangkok. Além de casas de massagem, as vezes, no meio da rua, tem espreguiçadeiras onde as pessoas ficavam deitadas fazendo massagem nos pés.

O principal para se conhecer em Bangkok são os templos. Todos lindos demais! Cheios de detalhes, e cada detalhe cheio de significado. E para entender todos esses significados de uma cultura tão diferente, contratamos um guia para o dia que fomos conhecer os templos. Valeu muito a pena, conhecemos tudo, aprendemos muito e, ainda, tivemos o conforto de andar entre um lugar e outro numa van com ar condicionado e água mineral bem gelada (estava muito calor!).

Os mais importantes templo budista de Bangkok são:

– Wat Phra Karl, Templo do Buda de esmeralda. Fica no Gran Palace, um complexo com vários templos. Ficamos horas passeando por lá, tem muita coisa para ver.

– Wat Po, Templo do Buda Reclinado. Esse Buda é gigante, o templo é basicamente só ele.

– Wat Suthat, templo do Buda sentado. Apesar de bem turístico esse foi o templo mais tranqüilo que fomos (os demais estavam lotadíssimos de turistas). Tinha bastante gente ajoelhada no chão rezando.

– Wat Trimitir, Templo do Buda de ouro. Quando fomos estava fechado para reforma, só conhecemos por fora.

– Nakhon Pathan. Esse templo não é tão bonito (e quando fomos ainda estava em reforma) e nem dá para entrar, mas tem uma grande importância, pois é lá dentro que estão as cinzas do Buda.

O Palácio Real também é uma das principais atrações, mas não se pode entrar nele. Lá vimos a troca da guarda.

A visita ao Mercado Flutuante é imperdível. A ida de barco até o mercado já é um passeio muito legal. E o mercado é algo bem diferente de tudo que já vi. As comidas são todas vendidas nos barcos e algumas preparadas ali na hora mesmo.

Prefiro lojas de ruas a shoppings, mas o shopping Gaysorn vale uma visita. Cheio de lojas bonitas. Além de uma loja de decoração que dava vontade de levar toda, quase enlouqueci com a loja de chás, todos muito diferentes. Acabei escolhendo o chá flowering tea (o chá é uma bolota que em contato com a água abre uma flor), lindo é delicioso.

Todo mundo fala sobre o Night Market, então fomos conhecer. É um mercado enorme todo aberto onde vende coisas típicas. Mas não achei nada muito bonito.

Caminhando pela cidade descobrimos uma rua bem interessante, só de lojas de monges e templos. De fato, tem budas de todos os tamanhos e para todos os gostos. Comprei um bem bonito. Havia, também, diversas lojas com uns kits para monges (foto), tipo necessidade essenciais, pois eles vivem com o mínimo possível.

O Rose Garden é um passeio que as dicas de viagem normalmente indicam. Mas eu não gostei muito. É um lugar bem turístico, onde assistimos apresentações para conhecer a cultura local. A apresentação dos elefantes é horrível, parece que a gente está no circo, dá a maior pena dos bichinhos. As danças e a luta muay thai são até legais, mas nada demais.

E o restaurante (só tem esse) não é muito bom. Fui tentar comer uma massinha básica, e quando eu vi minha massa virou um caldo com bolas de peixe, não deu pra encarar (foto), acabei comendo só um sushi.

Dicas de restaurantes:

– Supatra River House. Tem que pegar um barquinho para chegar até ele. Comemos uma típica refeição tailandesa, bem exótica.

– Blue Elephant (233 South Sathorn Road). Esse indico muito! O lugar é bem legal. A comida tailandesa, muito gostosa.

– Sirocco (1055/111 Silom Road). Fica no 64º andar do prédio. O lugar é lindo, com uma vista 360° da cidade toda. Servem comida típica e internacional. É bem caro. Pra quem não quiser gastar muito, sugiro ir até lá e ficar tomando alguma coisa no bar, que já vai valer muito a pena.

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Sudeste Asiático

Para quem quer mudar de ares e sair um pouco do mundo ocidental, vale a pena conhecer o Sudeste Asiático. É uma experiência inesquecível!

Sempre procuramos conhecer lugares diferentes, e para isso contamos com a ajuda do nosso amigo Beto Conte, dono da Agência STB no Rio Grande do Sul (Tel. 51-40013000). O Beto já conhece nosso perfil de viajante e sempre propõe roteiros diferenciados, coisa de quem já esteve no melhor de cada canto do mundo.

Foi perfeito, indico muito essa viagem! Abaixo segue o roteiro que fizemos:

Bangkok – Tailândia (3 noites)
Ho chi Minh – Vietnan (3 noites)
Hoi An – Vietnan (2 noites)
Hanói – Vietnan (1 noite)
Halong Bay – Vietnan (1 noite)
Hanoi – Vietnan (1 noite)
Luang Prapang – Laos (3 noites)
Siem Reap – Camboja (3 noites)
Krabi – Tailândia (2 noites)
Kho Phi Phi – Tailândia (3 noites)
Dubai e Abu Dabi – Emirados Árabes (aproveitamos a escala de volta ao Brasil) (3 noites)

Aos poucos vou contando de cada lugar.

Prepare-se para abrir a cabeça, experimentar novos sabores e conhecer uma cultura muito interessante!

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Hoje acordei inspirada e comecei a escrever sobre minha viagem ao Sudeste Asiático!

Como uns amigos estão indo para a Tailândia e pediram dicas, resolvi, então, iniciar por Kho Phi Phi, um dos lugares mais lindos que já conheci.

Kho Phi Phi foi a última parada do roteiro. Mas aos pouquinhos vou contando sobre cada lugar dessa incrível viagem.

Chegamos em Kho Phi Phi de barco depois da nossa passagem por Krabi. A viagem dura mais ou menos uma hora e meia. Chegamos em Tonsai Bay, e pegamos outro barquinho que nos levou direto ao lugar da ilha onde fica nosso hotel, ou melhor, direto ao paraiso!

O hotel se chama Zeavola e, simplesmente, é o hotel mais incrível que já fiquei! Ele consegue unir simplicidade, conforto e bom serviço.

A começar pelo lugar. O canto da ilha onde fica o hotel é meio isolado A gente fica por lá mesmo, curtindo a praia, deitados em almofadões e tomando banho de mar.

O restaurante do hotel é excelente. Pode-se escolher entre comer dentro do restaurante ou nas mesas que ficam na areia, uma delícia! Só saíamos para fazer passeios de barco.

O povo é super hospitaleiro. Aqui, o cumprimento tailandês “sawasdee”, virou “sawasdeecaaaaa”, tornando-os  ainda mais simpáticos.

Bom, como não acharia palavras para descrever bem o Zeavola, fizemos um “filme” para mostrar um pouco do hotel e das maravilhas do lugar:

Acho que não preciso dizer mais nada…

Passeios imperdíveis (além de diversos outros passeios de barcos por ilhas maravilhosas):

– Ir a Maya Bay (a famosa praia do filme “A praia” do Leonardo di Caprio), mas tem que chegar bem cedo, depois das 10h da manhã lota. Essa praia é inacreditável!

– Ir no fim de tarde à ilha do Bambu curtir o pôr-do-sol. O Zeavola prapara um barquinho particular, com almofadões, pestiscos e vinho branco para ficar no bem bom na ilha. Sensacional!

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