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Está rolando em Caxias do Sul/RS a quarta edição do Mississippi Delta Blues Festival, maior evento dedicado ao blues no país.

De 24 a 26 de novembro, o Largo da Estação Férrea, abrigará diversos shows com bandas locais, de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Argentina e Estados Unidos.

Fui ontem e me surpreendi com o evento, vale a pena!

Ótimo programa para quem vai ficar em Porto Alegre no feriado de páscoa!

Dias 23 e 24/04/2011, às 21h, na Fiergs (R$ 40,00), a Companhia Pina Bausch apresenta o a espetáculo Ten Chi, que marca o lançamento da programação do 18º Porto Alegre em Cena.

A montagem inspirada na cultura da cidade de Saitama, no Japão, Ten Chi (Céu e Terra) foi encenada pela primeira vez em 2004 e faz parte da famosa série de quinze produções em que Pina retratou através da dança os lugares por onde passou em suas turnês. Para conceber as peças, a coreógrafa e sua companhia moravam por cerca de três semanas nas cidades que escolhiam homenagear, com a intenção de se integrar à cultura local, visitando personalidades e conhecendo pontos turísticos. Na trilha sonora, Norah Jones e Gustavo Santaolalla, com textos de Bertolt Brecht e José Saramago

Um dos últimos livros que li foi A Menina que Roubava Livros de Markus Zusak. Gostei bastante e resolvi deixar aqui a dica.

Abaixo, segue a sinopse:

“Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena”.

Uma das coisas que me instigou a ler esse livro foi a frase da contra-capa: “Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler”.

A narrativa, de fato, é completamente diferente de tudo o que eu já li. Confesso que no início achei um pouco confuso e cansativo, mas persisti e valeu a pena.

Além de a história ser narrada pela morte, de uma forma inteligente, sensível e por vezes sarcástica, o Holocausto também é apresentado de uma maneira diferente do que costumamos ler.

O livro é realmente envolvente!

Aqueles  que ainda querem curtir um carnaval, tem que ir a Uruguaiana!

Quem nunca ouviu falar sobre o carnaval de Uruguaiana não acredita que uma cidade do interior do Rio Grande do Sul poderia ter o terceiro maior carnaval de escolas de samba do país!

Celebridades e carnavalescos do carnaval carioca já confirmaram presença! A cidade está bombando!

Os desfiles começam amanhã e vão até sábado.

Estou empolgadíssima para conhecer esse evento! Depois posto umas fotos!

Terceira parada da viagem ao Sudeste Asiático: Luang Prapang, no Laos (ver roteiro)

Luang Prapang foi a maior e melhor surpresa da viagem.  Esse lugar é mágico. E as pessoas são as mais meigas que já conheci. Todos nos recebem com o típico “sawasdee” e agradecem com “Kop tchai lailai”, tudo dito de uma forma extremamente carinhosa.

A chegada no país já demonstra como é o lugar, o aeroporto é pequeníssimo e parece uma casa. O avião que chega é o mesmo que saí levando as pessoas.

A cidade, que é patrimônio mundial da Unesco, é um charme, cheia de restaurantes, artesanatos locais, pousadas e templos. Bem arborizada e florida. Como é pequena, tudo pode ser feito a pé ou de bicicleta.

Em praticamente todos os templos moram monges, e por isso é comum encontrarmos eles caminhando pelas ruas, além de podermos conhecer melhor o cotidiano deles. Nas visitas aos templos a gente viu não só eles rezando, como também jogando futebol, cantando, tocando violão…

Paramos no The Chang Heritage Hotel. Simples, mas bom e bem localizado, na frente de um rio, com uma vista linda. Tomávamos café da manha nas mesinhas que ficavam do outro lado da rua em frente ao rio, super gostoso.

A cidade possui milhares de templos e vale a pena visitá-los, são lindos e cheios de histórias.

O templo  Xieng Thong é considerado um dos mais belos. Na Capela Funerária Real há uma charrete funerária de 12 metros e várias urnas funéreas, de cada membro da família Real. O painel esculpido no exterior da capela possui um tema semi-erótico do Ramayana.

Outro templo que gostei muito foi o Vat Phousi, que fica no alto de uma montanha e possui uma vista linda da cidade. Esse templo possui coisas incríveis, como uma escadaria enorme com um corrimão de serpente dourada e uma pegada gigante que dizem ser do Buda. Lá também conhecemos vários tipos de Budas. Cada posição em que o Buda está significa uma coisa, como pensando, meditando, “pare de lutar”, e até dias da semana…  Aproveitamos para assistir ao por-do-sol lá.

Passear pela feira de rua também é um programa imperdível. Lá dá de tudo, galinhas, rãs, peixes e minhocas são vendidos vivos; morcegos para a sopa (sim, é isso mesmo!); os mais variados tipos de noodles e arroz; e, ainda, há comidas sendo feitas e vendidas na hora, embaladas em folhas de bananeira.

Nosso guia, como não poderia ser diferente, era a coisa mais querida. Ele nos levou para fazer alguns passeios um pouco fora da rota turística. Aí pudemos perceber que, fora Luang Prapang, o país apesar de lindo é bem pobre. Na verdade até mesmo em Luang Prapang, saindo das ruas principais, a gente percebe a precariedade da situação. As casas das pessoas são extremamente simples. E eu fiquei impressionada que em nenhuma há mesa, eles fazem as refeições sentados no chão.

Passeamos de barco pelo Mekong River, que corta a cidade. Durante o passeio fomos até uma pequena caverna (Pak Ou) que dentro possui a maior quantidade de estátuas de budas reunidos, de todos os tamanhos, cores e materiais.

Depois fomos até uma ilha onde há produção de ‘cachaça’ feita com arroz e uma vila com produção manual de roupas de algodão, tudo bem rústico e precário.

 

Pedimos para o guia nos levar num vilarejo local fora da rota turística e visitamos um colégio. Foi muito legal. As crianças são muito fofas e todos nos receberam de forma muito carinhosa. Inclusive os professores nos deram o livro de honra do colégio para deixarmos um recado. Escrevemos que somente o conhecimento é capaz de transformar o mundo!

Fizemos também um passeio inesquecível ao parque onde fica a cascata Khuang Xi Waterfalls. Com palavras não consigo explicar a maravilha daquela natureza. Nunca tinha visto uma queda d’água azul turquesa. Só não entrei, porque estava sem biquíni, pois mesmo com o friozinho que estava teria mergulhado, como muita gente fazia.

Outra coisa que vale muito a pena fazer é andar de elefante. Ao contrário da Tailândia, em que fomos num lugar totalmente turístico e as pessoas davam uma mini voltinha de elefante, aqui nos levam para o meio da selva e andamos um bom tempo de elefante, inclusive, nos mesmo podemos dar uma “dirigida” neles e entramos com eles até no Rio. E ao final ainda podemos alimentar os elefantes com bananas. Foi demais!

Não deixe de um dia acordar às 6:00 da manhã para assistir à cerimônia de oferta de comida aos monges . Foi sem dúvida um dos momentos mais marcantes da viagem! Todo dia, a essa hora, milhares de monges de todos os locais vão à avenida principal, em fila, e recolhem os alimentados doados pelas pessoas (eles vivem dessa comida). Várias pessoas ficam na calçada doando comida. Tudo simples e num silêncio total. Ficamos muito tempo olhando e a fila de monges não acabava.

À noite, todos os dias, na rua principal, tem uma enorme feira com produtos locais.

Por fim, deixo aqui a dica de lugares muito legais que descobrimos:

– A loja Caruso Lao Home Craft. Fica na rua principal. É uma loja de decoração, super diferenciada. Tudo lá é lindo! Mas o preço é bem salgado também. A propósito, o Mick Jaegger quando vai ao Laos sempre compra aqui.

– O restaurante que fica dentro do hotel Amantaka. O lugar é lindo e a comida (internacional) é muito gostosa. Na verdade, o próprio hotel é uma baita dica, da rede de resorts Aman (www.amanresorts.com). O conceito desta rede de hotéis é fazer com que o hóspede se sinta na casa de amigos, não há nenhuma propaganda, nenhum logo e o tratamento é super exclusivo, assim como o preço.

– Restaurante L’Elephant: restaurante francês com uma decoração bem bacana.

Tentei postar um vídeo que fizemos para demonstrar um pouco do que vivenciamos  que, sem nenhuma dúvida, foi um dos lugares mais incríveis que eu já visitei, mas infelizmente o youtube bloqueou o som e ficou muito sem graça, por isso resolvi tirar.

La Carmencita

A pedidos, meu post de retorno é sobre Uruguaiana, no Rio Grande do Sul.

Para quem for conhecer essa cidade acolhedora, na fronteira com a Argentina, fica a dica do restaurante La Carmencita.

A casa é uma graça e tem um jardim com mesinhas super gostoso de ficar numa noite bonita. É frequentado só por gente bacana.

E a comida é deliciosa!

Abre a noite de segunda a sábado.

La Carmencita
Rua Santana, 2977
Tel: (55) 34114413

Voltei

Muitas coisas aconteceram nos últimos tempos…

Novo trabalho, nova cidade e ainda um bebezinho por vir!

Mudanças maravilhosas, mas que aconteceram todas juntas e viraram minha vida de cabeça pra baixo.

Por isso, somente agora consegui voltar a escrever no blog.

O blog acabou de fazer um ano, e fiquei muito feliz ao perceber que mesmo depois de três meses parado ele permaneceu super movimentado! Muito aobrigada a todos pelas visitas!